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quarta-feira, 27 de março de 2013

Meios de Comunicação

                                      
 Nós abordaremos neste assunto, propaganda,anúncio publicitário e marketing que são temas muito discutidos nos dias de hoje.

 A propaganda é um modo de divulgar e anunciar as ideias principais  de um produto ,colocando os pontos principais deste como sendo melhor ou mais útil. .Já a publicidade divulga estes produtos,por meio da divulgação através da internet, jornais,revistas entre outros meios de divulgação.

 O anúncio publicitário é uma forma de anunciar atualmente as notícias divulgadas diariamente nos meios de comunicação como Tevê ,rádio.
                Vender, o principal objetivo.
  Todos os dias somos bombardeados pelos meios de comunicação que nos incentivam ao consumismo. Muitos métodos são utilizados para convencer os possíveis compradores.
   Donos de empresas e administradores fazem a propaganda, ou seja, planejam a melhor forma de divulgar seus produtos e o nível de aceitação dos consumidores. Depois de escolhidas e como fazer com que seus produtos sejam aceitos no mercado, eles o tornam público, gerando assim a publicidade.
   Lançar produtos exige muito conhecimento da área e planejamento, podendo ocorrer por vários meios de comunicação, como por exemplo: jornais, revistas, televisão, etc., ou seja fazendo um anúncio publicitário.
   Através desses conceitos, pode-se concluir que, cada vez mais, produtores tem se esforçado para induzir ao consumismo desordenado e desnecessário. E isto tem dado certo. Grandes centros foram criados como uma opção para melhor propagação de ofertas, criando desejos.

 Claiton David dos Santos do Conto nº9,
Lilian S. Careaga nº18
Luana S. Nunes nº20
Luis Michel Rodrigues nº21
Tailani Ribas dos Santos  nº26

2ª Série A


terça-feira, 26 de março de 2013

Meios de Divulgação

   Diariamente nos deparamos com anúncios na televisão, nos outdoors, em folhetos, em páginas na internet, etc. Esses anúncios podem ser propagandas sobre um produto, para divulgação de alguma campanha ou mobilização. Para produção desses anúncios axistem empresas de marketing, que fazem uso de design  e recursos visuais para torná-los atraentes, de modo que sejam aceitos pelo sociedade. Isso é publicidade, a arte da divulgação.
   As empresas de marketing possuem estratégias empresariais que visam adequar seus produtos e serviços às necessidades e preferências do mercado consumidor. Uma vez escolhido o que vai ser anunciado, em qual meio e quais recursos serão utilizado, se torna mais fácil atingir o público alvo, o que é escolhido antes da produção da propaganda. Portanto, propaganda é uma divulgação em um meio de comunicação, um recurso utilizado para algo ficar conhecido pela sociedade. Para isso, existe o anúncio publicitário, que é a parte de divulgação do produto ou serviço.
Com todos esses recursos as propagandas tornam-se muito atraentes, chamando atenção dos consumidores e proporcionando facilidade na venda do produto ou ideia.
                                    Termos de Publicidade

   Ao estudarmos o conteúdo publicidade, observamos que há vários termos utilizados nesse ramos, entre eles: Propaganda, Publicidade, Anúncio publicitário e Marketing.Pesquisamos para saber e entender  o que significam , pois as ouvimos cotidianamente.

  De acordo com o dicionário Luft, o termo propaganda quer dizer, "divulgação de ideias", ou seja, serve para induzir você à se interessar pelo produto ou serviço, que esta sendo apresentado.

   No caso de publicidade, o dicionário apresenta: "Qualidade de público, cartazes, no fim divulgação". Já para anúncio publicitário temos como significado, "A ação de divulgar algo ao público; noticiar".

   Sendo assim marketing, quer dizer "Estratégia de negócios" para tornar um produto, serviço ou pessoa conhecido ao público.Sabemos que esses meios, têm o intuito de vender ou tornar público determinado produto.

Gabriela de Castro Nº 08
Geovani Vinicios Adam Nº 09
Luiz Henrique T. de Moraes Nº 14
Marciele Pazinatto Nº 15
Nicole Pastorini Nº 19
2º ano "B"                                    Data:26/03/2013

sábado, 23 de março de 2013


Psicologia da Publicidade e Propaganda
Publicado 01/07/2010 r Publicidade
Em estudos desenvolvidos sobre a psicologia da comunicação, foi procurado medir a atenção, a memorização, as percepções, as sensações e os sentimentos das pessoas, na tentativa de descobrir como os consumidores chegam a eleger os aspectos mais atraentes de um determinado produto. Os resultados dessa primeira investigação foram tão satisfatório que as pesquisas foram ampliadas com uma nova técnica: ouvir os consumidores. Este novo método permitiu a descoberta fundamental de que os consumidores têm vários desejos, principalmente, a necessidade de produtos ainda inexistentes.
Segundo Vera Bachmann, Psicóloga Clpinica com especialização em Psicologia Analítica, mestranda em Psicologia da Infância e da Adolescência Publicitária “Tanto a Psicologia do Consumidor quanto a Psicologia da Publicidade centraram-se sobre as motivações do comportamento de consumo. Porém, a Psicologia da Publicidade possui um aspecto que a distingue da primeira. Ela está mais voltada para a permeabilidade do comportamento e nas possibilidades de como influenciá-lo. Engloba também as investigações das crenças, das tendências e das motivações dirigidas a uma marca ou produto específico. Além disso, possui métodos e meios que avaliam exclusivamente o campo da Publicidade e da Propaganda: as pesquisas de imagem e personalidade de produtos e marcas, as pesquisas de esclarecimento da mensagem publicitária e os testes de controle da ação publicitária”.
Algumas agencias deixaram a psicologia da publicidade e propaganda de lado, isso devido ao tempo e ao alto custo de pesquisas, no entanto, há outros fatores que passaram a permear o cotidiano publicitário como o fator do advento da era da informática, fator existente entre a Publicidade e o Marketing e a alta dose de intuição utilizada no campo publicitário. Esses fatores, segundo Vera, quando em conjunto contribuem para que a Psicologia da Publicidade e Propaganda tenha sido destituída, na atualidade, da sua condição de um eficiente instrumento de trabalho para os publicitários.
Segundo o publicitário Cristiano Fragoso chefe de criação da agencia Danke Comunicação fora do Comum “os produtos (agora) buscam o que existe nas pessoas para atender  necessidades, já que o ser humano esta no centro de tudo” Cristiano condisera que “a psicologia é importante na hora de criar, (óbvio), mas isso porque tudo que é fator humano é importante, afinal de contas, se faz propaganda não para produtos e serviços, mas sim para pessoas”.
Entendeu alguma coisa?
Sim?
Não?
Então assista o vídeo e comente a respeito!

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

propagandas engraçadas

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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Propagandas Antigas

O mito de Narciso


Narciso era um belo rapaz, filho do deus so rio Céfiso e da ninfa Liríope. Por acasião de seu nascimento, seus pais consultaram o oráculo Tirésias para saber qual seria o destino do menino. A resposta foi que ele teria uma longa vida, se nunca visse a própria face.
Muitas moças e ninfas apaixonaram-se por Narciso, quando ele chegou à idade adulta. Porém, o belo jovem não se interessava por nenhuma delas. A ninfa Eco, uma das mais apaixonadas, não se conformou com a indiferença de Narciso e afastou-se amargurada para um lugar deserto, onde definhou até que somente restaram dela os gemidos. As moças desprezadas pediram aos deuses para vingá-las.
Nêmesis apiedou-se delas e induziu Narciso, depois de uma caçada num dia muito quente, a debruçar-se numa fonte para beber água. Descuidando-se de tudo o mais, ele permaneceu imóvel na contemplação ininterrupta de sua face refletida e assim morreu. No próprio Hades ele tentava ver nas águas do Estige as feições pelas quais se apaixonara.

(Irene Machado. Literatura e redação. São Paulo: Scipione, 1994, p. 142-3. Resumo da autora a partir do Dicionário de mitologia grega e romana, de Mário da Gama Kury.)
Mito de Narciso e Eco

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

O Mito da caverna (Jostein Gaarder)
Imagine um grupo de pessoas que habitam o interior de uma caverna subterrânea. Elas estão de costas para a entrada da caverna e acorrentadas no pescoço e nos pés, de sorte que tudo o que veem é a parede da caverna. Atrás delas ergue-se um muro alto e por trás desse muro passam figuras de formas humanas sustentando outras figuras que se elevam para além da borda do muro. Como há uma fogueira queimando atrás dessas figuras, elas projetam sombras bruxuleantes na parede da caverna. Assim, a única coisa que as pessoas da caverna podem ver é este “teatro de sombras”. E, como essas pessoas estão ali desde que nasceram, elas acham que as sombras que veem são a única coisa que existe.
Imagine agora que um desses habitantes da caverna consiga se libertar daquela prisão. Primeiramente ele se pergunta de onde vêm aquelas sombras projetadas na parede da caverna. Depois, consegue se libertar dos grilhões que o prendem. O que você acha que acontece quando ele se vira para as figuras que se elevam para além da borda do muro? Primeiro, a luz é tão intensa que ele não consegue enxergar nada. Depois, a precisão dos contornos das figuras, de que ele até então só vira as sombras, ofusca a sua visão. Se ele conseguir escalar o muro e passar pelo fogo para poder sair da caverna, terá mais dificuldade ainda para enxergar devido à abundância de luz. Mas, depois de esfregar os olhos, ele verá como tudo é bonito. Pela primeira vez verá cores e contornos precisos; verá animais e flores de verdade, de que as figuras na parede da caverna não passavam de imitações baratas. Suponhamos, então, que ele comece a se perguntar de onde vêm os animais e as flores.
Ele vê o sol brilhando no céu e entende que o sol dá vida às flores e aos animais da natureza, assim como também era graças ao fogo da caverna que ele podia ver as sombras refletidas na parede.
Agora, o feliz habitante das cavernas pode andar livremente pela natureza, desfrutando da liberdade que acaba de conquistar. Mas as outras pessoas que ainda continuam lá dentro da caverna não lhe saem da cabeça. E por isso ele decide voltar. Assim que chega lá, ele tenta explicar aos outros que as sombras na parede não passam de trêmulas imitações da realidade. Mas ninguém acredita nele. As pessoas apontam para a parede da caverna e dizem que aquilo que veem é tudo o que existe. Por fim, acabam matando-o.
(GAARDER, Jostein. O mundo de Sofia. Romance da história da filosofia. São Paulo, Cia das Letras, 1995. p.104-5).

Outra versão do mito


Mito da Caverna
Sócrates – Agora imagina a maneira como segue o estado da nossa natureza relativamente à instrução e à ignorância. Imagina homens numa morada subterrânea, em forma de caverna, com uma entrada aberta à luz; esses homens estão aí desde a infância, de pernas e pescoços acorrentados, de modo que não podem mexer-se nem ver senão o que está diante deles, pois as correntes os impedem de voltar a cabeça; a luz chega-lhes de uma fogueira acesa numa colina que se ergue por detrás deles; entre o fogo e os prisioneiros passa uma estrada ascendente. Imagina que ao longo dessa estrada está construído um pequeno muro, semelhante às divisórias que os apresentadores de títeres armam diante de si e por cima das quais exibem as suas maravilhas.
Glauco – Estou vendo.
Sócrates – Imagina agora, ao longo desse pequeno muro, homens que transportam objetos de toda espécie, que os transpõem: estatuetas de homens e animais, de pedra, madeira e toda espécie de matéria; naturalmente, entre esses transportadores, uns falam e outros seguem em silêncio.
Glauco - Um quadro estranho e estranhos prisioneiros.
Sócrates — Assemelham-se a nós. E, para começar, achas que, numa tal condição, eles tenham alguma vez visto, de si mesmos e de seus companheiros, mais do que as sombras projetadas pelo fogo na parede da caverna que lhes fica defronte?
Glauco — Como, se são obrigados a ficar de cabeça imóvel durante toda a vida?
Sócrates — E com as coisas que desfilam? Não se passa o mesmo?
Glauco — Sem dúvida.
Sócrates — Portanto, se pudessem se comunicar uns com os outros, não achas que tomariam por objetos reais as sombras que veriam?
Glauco — É bem possível.
Sócrates — E se a parede do fundo da prisão provocasse eco sempre que um dos transportadores falasse, não julgariam ouvir a sombra que passasse diante deles?
Glauco — Sim, por Zeus!
Sócrates — Dessa forma, tais homens não atribuirão realidade senão às sombras dos objetos fabricados?
Glauco — Assim terá de ser.
Sócrates — Considera agora o que lhes acontecerá, naturalmente, se forem libertados das suas cadeias e curados da sua ignorância. Que se liberte um desses prisioneiros, que seja ele obrigado a endireitar-se imediatamente, a voltar o pescoço, a caminhar, a erguer os olhos para a luz: ao fazer todos estes movimentos sofrerá, e o deslumbramento impedi-lo-á de distinguir os objetos de que antes via as sombras. Que achas que responderá se alguém lhe vier dizer que não viu até então senão fantasmas, mas que agora, mais perto da realidade e voltado para objetos mais reais, vê com mais justeza? Se, enfim, mostrando-lhe cada uma das coisas que passam, o obrigar, à força de perguntas, a dizer o que é? Não achas que ficará embaraçado e que as sombras que via outrora lhe parecerão mais verdadeiras do que os objetos que lhe mostram agora?
Glauco - Muito mais verdadeiras.
Sócrates - E se o forçarem a fixar a luz, os seus olhos não ficarão magoados? Não desviará ele a vista para voltar às coisas que pode fitar e não acreditará que estas são realmente mais distintas do que as que se lhe mostram?
Glauco - Com toda a certeza.
Sócrates - E se o arrancarem à força da sua caverna, o obrigarem a subir a encosta rude e escarpada e não o largarem antes de o terem arrastado até a luz do Sol, não sofrerá vivamente e não se queixará de tais violências? E, quando tiver chegado à luz, poderá, com os olhos ofuscados pelo seu brilho, distinguir uma só das coisas que ora denominamos verdadeiras?
Glauco - Não o conseguirá, pelo menos de início.
Sócrates - Terá, creio eu, necessidade de se habituar a ver os objetos da região superior. Começará por distinguir mais facilmente as sombras; em seguida, as imagens dos homens e dos outros objetos que se refletem nas águas; por último, os próprios objetos. Depois disso, poderá, enfrentando a claridade dos astros e da Lua, contemplar mais facilmente, durante a noite, os corpos celestes e o próprio céu do que, durante o dia, o Sol e sua luz.
Glauco - Sem dúvida.
Sócrates - Por fim, suponho eu, será o sol, e não as suas imagens refletidas nas águas ou em qualquer outra coisa, mas o próprio Sol, no seu verdadeiro lugar, que poderá ver e contemplar tal qual é.
Glauco - Necessariamente.
Sócrates - Depois disso, poderá concluir, a respeito do Sol, que é ele que faz as estações e os anos, que governa tudo no mundo visível e que, de certa maneira, é a causa de tudo o que ele via com os seus companheiros, na caverna.
Glauco - É evidente que chegará a essa conclusão.
Sócrates - Ora, lembrando-se de sua primeira morada, da sabedoria que aí se professa e daqueles que foram seus companheiros de cativeiro, não achas que se alegrará com a mudança e lamentará os que lá ficaram?
Glauco - Sim, com certeza, Sócrates.
Sócrates - E se então distribuíssem honras e louvores, se tivessem recompensas para aquele que se apercebesse, com o olhar mais vivo, da passagem das sombras, que melhor se recordasse das que costumavam chegar em primeiro ou em último lugar, ou virem juntas, e que por isso era o mais hábil em adivinhar a sua aparição, e que provocasse a inveja daqueles que, entre os prisioneiros, são venerados e poderosos? Ou então, como o herói de Homero, não preferirá mil vezes ser um simples lavrador, e sofrer tudo no mundo, a voltar às antigas ilusões e viver como vivia?
Glauco - Sou de tua opinião. Preferirá sofrer tudo a ter de viver dessa maneira.
Sócrates - Imagina ainda que esse homem volta à caverna e vai sentar-se no seu antigo lugar: Não ficará com os olhos cegos pelas trevas ao se afastar bruscamente da luz do Sol?
Glauco - Por certo que sim.
Sócrates - E se tiver de entrar de novo em competição com os prisioneiros que não se libertaram de suas correntes, para julgar essas sombras, estando ainda sua vista confusa e antes que seus olhos se tenham recomposto, pois habituar-se à escuridão exigirá um tempo bastante longo, não fará que os outros se riam à sua custa e digam que, tendo ido lá acima, voltou com a vista estragada, pelo que não vale a pena tentar subir até lá? E se alguém tentar libertar e conduzir para o alto, esse alguém não o mataria, se pudesse fazê-lo?
Glauco - Sem nenhuma dúvida.
Sócrates - Agora, meu caro Glauco, é preciso aplicar, ponto por ponto, esta imagem ao que dissemos atrás e comparar o mundo que nos cerca com a vida da prisão na caverna, e a luz do fogo que a ilumina com a força do Sol. Quanto à subida à região superior e à contemplação dos seus objetos, se a considerares como a ascensão da alma para a mansão inteligível, não te enganarás quanto à minha ideia, visto que também tu desejas conhecê-la. Só Deus sabe se ela é verdadeira. Quanto a mim, a minha opinião é esta: no mundo inteligível, a idéia do bem é a última a ser apreendida, e com dificuldade, mas não se pode apreendê-la sem concluir que ela é a causa de tudo o que de reto e belo existe em todas as coisas; no mundo visível, ela engendrou a luz; no mundo inteligível, é ela que é soberana e dispensa a verdade e a inteligência; e é preciso vê-la para se comportar com sabedoria na vida particular e na vida pública.
Glauco - Concordo com a tua opinião, até onde posso compreendê-la.
(Platão. A República. Livro VII. São Paulo: Nova Cultural, 1999, p.225-28).